quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

I want somebody to share
Share the rest of my life
Share my innermost thoughts
Know my intimate details
Someone who'll stand by my side
And give me support
And in return
She'll get my support
She will listen to me
When I want to speak
About the world we live in
And life in general
Though my views may be wrong
They may even be perverted
She'll hear me out
And won't easily be converted
To my way of thinking
In fact she'll often disagree
But at the end of it all
She will understand me

I want somebody who cares
For me passionately
With every thought
With every breath
Someone who'll help me see things
In a different light
All the things I detest
I will almost like
I don't want to be tied
To anyone's strings
I'm carefully trying to steer clear of
Those things
But when I'm asleep
I want somebody
Who will put their arms around me
And kiss me tenderly
Though things like this
Make me sick
In a case like this
I'll get away with it
And in a place like this
I'll get away with it


Acabado de ouvir, aqui fica um dos mais belos poemas escritos por um músico - não fosse ele o meu mui amado Martin Gore. Não sou especialmente romântica, admito... Mas o bater do coração no final faz-me lembrar que eu também o tenho. Às vezes.


P.S.: É lindo, Bê.

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Ice Age




No preciso momento em que escrevo este post, neva intensamente na aldeia. Hoje - e para minha infelicidade - a reportagem do evento resume-se a umas míseras fotos pela vizinhança, pois uma gripe manhosa decidiu tomar conta de mim, há já alguns dias. Eu sei que prometi escrever sobre arte, e outras coisas que tais... Mas acreditem-me: ver nevar é, sem dúvida, como assistir a um espectáculo verdadeiramente belo.

Hoje não saio da janela... Está visto.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010



Ultimamente, na minha caixa de correio, têm abundado convites para todos os eventos e mais alguns. Este foi um dos que recebi hoje. Não conheço a autora, mas certamente que irá ser um best-seller, dada a actualidade da temática (e o número crescente de fregueses...).

No entanto, a principal razão de o ter colocado aqui assenta apenas numa pergunta: mas que raio é um "Ribatejo de Honra", e qual a sua relação com o tema em questão?

Agradeço.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

The Great Architect

«Sou de uma família de arquitectos: o meu pai é arquitecto, o meu sogro e o meu cunhado são arquitectos - e até eu sempre tive a mania que sabia alguma coisa de arquitectura e tenho muitas opiniões sobre arquitectura. A arquitectura não é a solução para todos os problemas do mundo, mas a arte da arquitectura é uma das mais importantes para os povos e pode dar um grande contributo para a nossa qualidade de vida.

Proferido por José Sócrates, no lançamento da 1ª pedra do futuro Museu dos Coches.






Estas são imagens de um marco negro sobre a encosta da Serra da Estrela ocupada pela cidade da Covilhã.

Trata-se da Torre de Santo António, na Covilhã, mais conhecida por "Mamarracho da Covilhã" ou "Torre de Pisa" (devido à inclinação). Projectada pelo pai do primeiro-ministro José Sócrates.

Imagens e texto retirados daqui.



Como diz o ditado: o que nasce torto, tarde ou nunca se endireita. Sabedoria, doce Sabedoria.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Manifesto

Não me afastei das lides bloguistas; apenas em período de reflexão.

Quando iniciei este blogue, era minha intenção partilhar conceitos, opiniões e reflexões acerca do tema do qual me ocupo: a arte. Agora, olhando para trás, vejo que muitas das escritas que por aqui deixei em nada honraram a intenção inicial. Porque me perdi noutros assuntos, talvez algo influenciada por uma certa ambiance que, às vezes, paira na blogosfera. Admito: uma certa futilidade.

Tendo em conta que, relendo e avaliando o que foi escrito, em pouco ou nada contribuí para que a arte fosse melhor compreendida e avaliada (porque, meus caros, muito do que para aí se produz - produção sim, ao invés de criação - não vale rigorosamente nada… E não estou a ser má – antes fosse), a partir de hoje e nos longos tempos vindouros serão a arte, a memória, o conceito, o objecto os principais actores deste palco. E por aqui ficarei apenas como médium da coisa.

Quem não gostar, anime-se… Pois querem-se tempos de mudança.