quinta-feira, 29 de abril de 2010

SOS Pearl!

Enviaram-me isto.



Não sei se me dá para rir ou para chorar... Mas a verdade é que, nesta imagem e respectiva legenda, está TUDO explicado.

domingo, 25 de abril de 2010

Avante!

Viva a Maria da Fonte
Com as pistolas na mão
Para matar os cabrais
Que são falsos à nação

É avante Portugueses
É avante sem temer
Pela santa Liberdade
Triunfar ou perecer

Viva a Maria da Fonte
A cavalo e sem cair
Com as pistolas à cinta
A tocar a reunir

Já raiou a liberdade
Que a nação há-de aditar
Glória ao Minho que primeiro
O seu grito fez soar


Um país onde o sentido de liberdade se perdeu conforme os calos das mãos amaciaram. Um país onde o sentido de liberdade é manipulado por pseudo-doutores que assim controlam as hostes. Um país onde o sentido de liberdade se alcança com despedimentos em massa de uns, e a pouca vontade para trabalhar de outros.

Será preciso dizer mais?

domingo, 18 de abril de 2010

It's time

É chegada a hora de falar na coisa.

Finalmente, volvidos seis meses de uma longa espera, defendi publicamente o resultado de dois longos anos de investigação, numa dissertação intitulada - e agora posso divulgar o nome - Pintura Barroca e Emblema: imagética da Escola do Coração no tecto da capela-mor da Igreja de N. Sra. da Conceição, na Covilhã (1675-1725).

É um estudo que - tal como o nome indica - aborda a relação entre a pintura barroca e a gravura flamenga, existente num tecto de uma igreja da Covilhã, que (como a grande fatia de património do nosso país) estava destinada ao desconhecimento e ao esquecimento. É um trabalho de tema inédito no campo da História da Arte e, como tal, revelou-se bastante complexo - associando a isto a pouca documentação relativa ao objecto em estudo (o que, nos primeiros tempos, me pôs os cabelos em pé) -, para além da abordagem inovadora em relação ao conceito de imagem enquanto ideia, mensagem e sentido, nos tempos da Contra-Reforma.

A defesa correu bem, ou melhor, melhor que bem. Mas de tudo, para mim o mais importante foi ver a alegria estampada no rosto dos meus amigos, as lágrimas nos olhos da minha mãe, o orgulho pavoneado do meu orientador. Este foi um trabalho de mim para eles, e agora é chegada a hora de o tornar de todos. Porque o Património é de todos.
Da minha parte, apenas um orgulho: conseguir finalmente mostrar que os pintores não pintam apenas... Também pensam.

Para além do habituel ramo de flores (oferta do meu mui querido padrinho, que me fez uma grande surpresa ao estar presente), uma das melhores souvenirs que recebi: colega-amigo Jorge... O meu muito obrigada!




P.S.: E sem letras miúdas, o meu muito obrigada aos meus dois fiéis e queridos comentadores, que fizeram questão de, mais uma vez, estarem presentes: Coolimero e Guinevere (e ao Noya, que fez questão de o fazer telefonicamente)!

quarta-feira, 14 de abril de 2010

E...

JÁ ESTÁ FEITO!

Hoje tornei-me... Mestre.
Post
para breve :-)!


P.S.: E estou feliz, contente, whatever... Claro que estou!

domingo, 11 de abril de 2010

Delicatessen

O meu estado nervoso anda de tal forma alterado, que ando assim:


Foto aqui.

Ok... Mesmo assim com uma aparência mais agradável, convenhamos (há que manter o nível). Quem disse que os Valdispert resultam, está redondamente enganado: estou com um sono que não posso e a ansiedade teima em continuar a fustigar o meu delicado coração, essa é que é essa.

Raios partam...

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Une soirée sans lumière


Juan Miró, Oro del Azur, 1967.

The spectacle of the sky overwhelms me. I'm overwhelmed when I see, in an immense sky, the crescent of the moon, or the sun. There, in my pictures, tiny forms in huge empty spaces. Empty spaces, empty horizons, empty plains - everything which is bare has always greatly impressed me.

Juan Miró.


Um dos meus pintores preferidos; um dos meus trabalhos preferidos. E porque hoje preciso de luz (dado que vi um Benfica bem apagado), nada mais indicado do que aquela que irradia deste quadro.

Nada fica - e é - vazio.



P.S.: E tenho mais uma seguidora! Ena, ena!...

sexta-feira, 2 de abril de 2010

E aqui ficam...

Pela primeira vez na minha vida, vou passar a Páscoa sozinha.

Podia ter rumado para terras do Sul com a família, mas não o fiz. Uma causa, que se espera nobre, falou mais alto. Não me incomoda nada ficar sozinha, até porque sempre encarei naturalmente algum sentimento de solidão; e também - como boa alentejana que sou - já cá canta o borrego, para além de um folar, alguns sacos de amêndoas de chocolate (faltam-me os biscoitos da terrinha)... E tenciono pôr os meus parcos dotes de pasteleira num bolo de bolacha, que espero conseguir devorar todo (isto é, se ficar comestível). É preciso mais para me sentir feliz...? Acho que não.

Não fiz postal, para aqui deixar. Mas aqui ficam, para todos, os meus votos de Boa Páscoa!