E libertámos as nossas mãos para todas as criações perdidas,
Nós deixámos buracos nos planos melhor construídos,
E registámos todo o olhar interior.
Por todos os mistérios nunca vistos e nunca revelados,
E as memórias, sempre fatigadas e nunca muito reais,
Sim as memórias atiradas ao papel deixam de existir,
Revelar todos os sentimentos verdadeiros é demasiado arriscado.
Nós caminhámos nas estradas que levam a lugar nenhum,
E perdemos todas as intenções na pressa de lá chegar,
De casas em ruínas erguidas em pó e cinzas,
Que assinalavam os sítios dos desastres dos últimos anos.
Por todos os mistérios nunca vistos e nunca revelados,
E as memórias, sempre nebulosas, nunca muito reais,
Sim, as memórias de um futuro que todos partilhavam,
Mas quando a altura chegou, espreitando sobre os nossos ombros,
Ninguém se preocupou."
[traduzido]
Até breve.
2 comentários:
Até breve!
Está gira a letra...
=)
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