
É tão simples como fazer uso - expressivo - da língua de Camões.

A deusa Mnemosine, personificação da Memória , irmã de Cronos e Oceanos, é a mãe das Musas. Ela é omnisciente: segundo Hesíodo (Teogonia, 32, 38), ela sabe tudo aquilo que foi, tudo aquilo que é, tudo aquilo que será. Quando possuídos pelas Musas, o poeta e o artista inspiram-se directamente na ciência de Mnemosine, isto é, no seu conhecimento das origens, dos primórdios, das genealogias. Com efeito, as Musas cantam - ex arkes - (Teogonia, 45, 115) - o aparecimento do mundo, a génese dos deuses, o nascimento da humanidade. O passado assim desvendado é mais que o antecedente do presente: é a sua fonte. Recuando até ele, a rememoração procura, não situar os acontecimentos num quadro temporal, mas atingir o fundo do ser, descobrir o original, a realidade primordial de onde proveio e que permite compreender o devir no seu conjunto.
4 comentários:
Para mim é muito mais do que uma questão de língua. :D
é um genero de... que te faz sentir... pk quando amas tu...
Esclarecida???
:D
Continuo a preferir usar expressivamente a língua de Camões :D
Beijos!
P.S.: Apenas acrescento que os meus cartazes seriam (bem) melhores... Talvez leve um de igual expressividade ao concerto do Peter Murphy :D
Dizes isso pk nunca experimentas-te a minha língua. loooolll
(Tendo em conta que hoje estou bem disposta):
Deste último comentário apenas levanto duas hipóteses: ou estamos perante um (assumido!) Tarzan, ou temos um grande Chef de Cuisine...
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