terça-feira, 14 de outubro de 2008

A (re)volta do MEC



Acerca da polémica instalada no Parlamento na 6ª feira passada, na edição do jornal Público desse mesmo dia vinha publicado um artigo de opinião, de diversas figuras públicas, sobre a temática. Entre todos, um se destacou, pela resposta deliciosa (como sempre...): Miguel Esteves Cardoso.

As perguntas eram as seguintes:

1 - Concorda com o casamento homossexual?

2 - Com ou sem limitação de direito à adopção?

3 - E com limitação dos direitos patrimoniais?

4 - Prefere outra fórmula jurídica?

Resposta de mestre:

1 - "Só se for de livre vontade."

2 - "Nunca mais de 15 filhos."

3 - "Sem, obviamente. A própria pergunta ofende."

4 - "Prefiro. Quando se há-de perder este vício totalitário de legislar sobre os assuntos internos da alma humana? Que tal esquecer a sexualidade dos nubentes e dizer apenas que os seres humanos podem casar uns com os outros? Porque é que o Estado tem de saber os nossos gostos na cama? Serão assim tão simples e fáceis de classificar? E aqueles que não têm paciência para sexo de espécie nenhuma, não podem casar também? E os que variam? Está a dar-se demasiada importância não só à merda da sexualidade como à merda do casamento. Ou casar é só foder? Parece."


Como admiradora que sou do homem, aconselho vivamente a leitura da seguinte entrevista, de 2006:

http://morel.weblog.com.pt/2006/12/entrevista_com_miguel_esteves.html

3 comentários:

Anónimo disse...

Simples e prático... mai nada!

Anónimo disse...

Mai nada mesmo...

Maria...ia disse...

Todas nós sabemos que existe aquele algo para além do verbo... E felizes de nós quando o encontramos!

Beijos para ambas!

;)