
Acerca da polémica instalada no Parlamento na 6ª feira passada, na edição do jornal Público desse mesmo dia vinha publicado um artigo de opinião, de diversas figuras públicas, sobre a temática. Entre todos, um se destacou, pela resposta deliciosa (como sempre...): Miguel Esteves Cardoso.
As perguntas eram as seguintes:
1 - Concorda com o casamento homossexual?
2 - Com ou sem limitação de direito à adopção?
3 - E com limitação dos direitos patrimoniais?
4 - Prefere outra fórmula jurídica?
Resposta de mestre:
1 - "Só se for de livre vontade."
2 - "Nunca mais de 15 filhos."
3 - "Sem, obviamente. A própria pergunta ofende."
4 - "Prefiro. Quando se há-de perder este vício totalitário de legislar sobre os assuntos internos da alma humana? Que tal esquecer a sexualidade dos nubentes e dizer apenas que os seres humanos podem casar uns com os outros? Porque é que o Estado tem de saber os nossos gostos na cama? Serão assim tão simples e fáceis de classificar? E aqueles que não têm paciência para sexo de espécie nenhuma, não podem casar também? E os que variam? Está a dar-se demasiada importância não só à merda da sexualidade como à merda do casamento. Ou casar é só foder? Parece."
Como admiradora que sou do homem, aconselho vivamente a leitura da seguinte entrevista, de 2006:
http://morel.weblog.com.pt/2006/12/entrevista_com_miguel_esteves.html
3 comentários:
Simples e prático... mai nada!
Mai nada mesmo...
Todas nós sabemos que existe aquele algo para além do verbo... E felizes de nós quando o encontramos!
Beijos para ambas!
;)
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