domingo, 15 de fevereiro de 2009

Um quarto

No ano em que ecoa a mui badalada notícia de que os Xutos e Pontapés comemoram 30 anos de carreira - rádios, revistas e afins -, existe um grupo do nosso burgo que está pelos 25... E que se destaca, haja quem goste ou quem não goste, pela qualidade: os Mão Morta.

O meu primeiro contacto com esta banda foi nos 90's, no tempo em que "Budapeste" era quase um hino. Acompanhei a carreira desde então e nunca me senti desiludida. O facto de todos os elementos dos Mão Morta não dependerem da música para viver - aliado à postura sui generis do vocalista - permitiu que este grupo primasse pela diferença num mercado em que se vendia - e ainda vende - um pedaço de carne por um segundo de estrelato.

Sou vassala do Adolfo Luxúria Canibal. Em breve, ele e os outros vão andar por aí. Dia 1 de Abril, no S. Jorge lá estarei para a vénia.

P.S.: Também eles cantam uma canção à Maria... Mas esta é-me especial: "Chabala".


2 comentários:

LSO disse...

Mais um verdadeiro poeta do rock português. A última vez que os vi ao vivo foi nas Noites Ritual há uns anos. É sempre muito bom. São noites de rock and roll.

Maria...ia disse...

:)

Sem dúvida alguma... Estive bem perto dele, praticamente colada ao palco, num festival aqui perto, em Valhelhas, há uns anos. Um espaço magnífico à beira do Zêzere, e uma plateia com pouquíssima gente: foi o melhor espectáculo dos Mão Morta a que assisti, embora todos sejam memoráveis.
S. Jorge, lá estarei!

;)