In "Correspondência da Covilhan", 1928.
Uma verdadeira pérola. E o Paraíso que a ASAE desconhece.
A deusa Mnemosine, personificação da Memória , irmã de Cronos e Oceanos, é a mãe das Musas. Ela é omnisciente: segundo Hesíodo (Teogonia, 32, 38), ela sabe tudo aquilo que foi, tudo aquilo que é, tudo aquilo que será. Quando possuídos pelas Musas, o poeta e o artista inspiram-se directamente na ciência de Mnemosine, isto é, no seu conhecimento das origens, dos primórdios, das genealogias. Com efeito, as Musas cantam - ex arkes - (Teogonia, 45, 115) - o aparecimento do mundo, a génese dos deuses, o nascimento da humanidade. O passado assim desvendado é mais que o antecedente do presente: é a sua fonte. Recuando até ele, a rememoração procura, não situar os acontecimentos num quadro temporal, mas atingir o fundo do ser, descobrir o original, a realidade primordial de onde proveio e que permite compreender o devir no seu conjunto.
7 comentários:
Foi daí que nasceu o sketch do Kunami creio eu...
:P
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Sim! O Kunami é made in Covilhã :D! Aliás, material para outros acepipes exóticos é coisa que não falta por aqui...
;)
P.S.: Uma honra ter um comentário do Mau...!
Isto é no que dá andar enfiada nos papéis velhos... :D
;)
Olá,
Fantástica notícia de 1828!
Podes indicar-me o teu email? O meu encontra-se no meu blogue mesmo por cima da minha foto!
Em 1828 também não devia ser muito melhor! :)
Queria escrever 1928!
Já sabemos o tratamento para tantos atropelos linguísticos: Xanax!
;)
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