quarta-feira, 20 de maio de 2009

Smile


Marc Chagall, O Grande Circo, 1968.


Sempre que olho para um quadro do Chagall esboço um sorriso. Sempre. Hoje, à falta de palavras - gastas noutro lado qualquer -, aqui fica um dos quadros do pintor que me faz sentir feliz. Às vezes é preciso.

6 comentários:

Guinevere disse...

E, vá lá saber-se porquê, fico feliz por te saber feliz. :)

Maria...ia disse...

:)

À falta de tempo para pintar... Tenho de me sentir feliz pelo facto de existirem quadros - e pintores - que me preenchem :)
Obrigada, Guinevere :)

;)

B. disse...

É maravilhosa a forma como a arte nos pode tocar e fazer emergir sentimentos. Principalmente quando nos faz sorrir :)

Maria...ia disse...

E bom é quando só nos despoleta sentimentos bons... Como é o caso do Chagall. Acho que o propósito da arte deveria ser esse mesmo. Preocupações... As do dia-a-dia são suficientes :)

;)

Ana disse...

olá,
pintura!!!!eu bem tento mas n sai nada... agora gosto do Pollock é só deitar tinta e o desenho acontece... A ajudar o Jorge a fazer um trabalho (que já agora sabes onde encontrar informação sobre o expressionismo abstracto?)encontrei o meu idolo, ou aquele que eu tento parecer... Era lindo conseguir expressar-me através de desenhos, talvez gatasse menos o meu latim ;-).
Beijocas e vê se apareces...

Maria...ia disse...

Vá lá... Não sejas assim que eu tenho uma obra de arte tua pendurada na parede! E não foi preciso nenhum Pollock ;)
Pois... Eu tenho livros sobre o expressionismo abstracto, mas na net ainda não tive de pesquisar. Existem umas colecções de uma editora chamada Taschen, os livros são bonzinhos e os preços bastante acessíveis. E nada como ter livros de arte em casa!
Mas olha que o Pollock não se limitava a "deitar a tinta"... ;)

Assim que tiver tempo... Vou ver se faço uma visita ;)

Beijo gande ;)