You had so much to give, you thought I couldn't see.
Gifts for boot heels to crush, promises deceived
I had to send it away to bring us back again.
Our eyes and bodies brighten silent waters, deep.
Your precious daughter in the other room, asleep.
A kiss goodnight from every stranger that I meet.
I had to send it away to bring us back again.
Morning theft. unpretender left, ungraceful.
True self is what brought you here, to me.
A place where we can accept this love.
Friendship battered down by useless history,
Unexamined failure.
What am I still to you?
Some thief who stole from you?
Or some fool drama queen whose chances were few?
That brings us to who we need,
A place where we can save
A heart that beats as both siphon and reservoir.
You're a woman, I'm a calf.
You're a window, I'm a knife.
We come together making chance into starlight.
Meet me tomorrow night, or any day you want.
I have no right to wonder just how, or when.
You know the meaning fits. there's no relief in this.
I miss my beautiful friend.
I have to send it away to bring her back again.
3 comentários:
Maria...tenho tido tanta falta de tempo para passar devidamente por aqui e dizer alguma coisa de jeito. Espero que esteja tudo bem! Bom fim-de-semana! Os Depeche estão quase aí!
Bê!
Deixa lá que eu também não tenho dito nada de jeito... Com muito para fazer, e pouca vontade mas "carry on" :)
Já só falta uma semana! Espero que já tenhas ouvido o álbum... :-)
Bom fim-de-semana!
;)
Este fenómeno não sendo novo, é ainda muito recente para que as pessoas se habituem a lidar socialmente com esta nova forma de comunicação.
Cada vez se prescinde mais do contacto directo para o refúgio fácil nas novas formas de comunicação, ao ponto de quase deixarmos de olhar uns para os outros na rua para nos falarmos por satélite.
O facto é que nestes meios acabam por se criar laços consideráveis entre as pessoas e chega-se ao paradoxo de termos inúmeros amigos desconhecidos por aí… e muitas vezes, ninguém por perto.
Em algumas circunstâncias é mais simples expor os nossos males a estranhos, pelo que acaba por se gerar uma cumplicidade e mesmo dependência. Falta no entanto o factor de interactividade directa que confere às relações reais a consistência desejável.
Tornando-se quase impossível julgar todas as demências e perversidades que deambulam pela Web , torna-se assim essencial educar as pessoas para que mais facilmente se lide com esta nova realidade. E se considerarmos a vulnerabilidade dos adolescentes, mais redobrados têm que ser os valores a incutir.
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